terça-feira, 12 de outubro de 2010

O SINAL


‎"O que Zulmira não adivinhava, não podia adivinhar, era que nesse mesmo dia, já perto do lusco-fusco, iria entregar à polícia política o seu Tomé, o homem com quem tinha casado havia mais de um ano, a quem, diante do padre e de Deus, havia jurado nunca trair, fossem quais fossem as circunstâncias da vida. O seu Tomé, pai da Margarida, aquele pedaço de céu prestes a ficar sem os seus carinhos. Se Zulmira soubesse o que estava para acontecer, teria preferido que aquele dia nunca tivesse amanhecido.(...)"

O SINAL, in Outros Contos de Vila Nova (Editorial Tágide, 2010)





6 comentários:

Maria disse...

Caraças, esta casa é linda!!!!!!!!!!
Não conheço o livro que referes...

:(

Cloreto de Sódio disse...

É provável que não conheças. Vai sair a 30 de Outubro!! :)

Leonel Craveiro disse...

Vou mesmo fazer por estar presente no lançamento.
Abraço.

CUSTODIA disse...

E assim, a pouco e pouco também nós vamos conhecendo parte das tuas histórias, e mais uma vez vai ser um livro para ler de uma vez só. És extraordinário! Com carinho,beijinhos

Olimpio Rosa disse...

Eu e a minha esposa vamos fazer tudo por estar presentes no lançamento desse livro...

Cloreto de Sódio disse...

E eu terei muito prazer em dar-lhes um abraço!

Distraídos crónicos...

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