quarta-feira, 17 de junho de 2009

Montemor não é para todos

Assisti, no dia 4 de Junho, a uma sessão na Biblioteca Municipal sobre a inclusão da pessoa portadora de deficiência na sociedade e, sobretudo, na “sociedade arquitectónica” de Montemor. O colóquio, dinamizado pelo Centro de Novas Oportunidades da Escola Secundária de Montemor-o-Novo, contou com a participação da historiadora Teresa Fonseca, de Carla Oliveira, e de professores e alunos da Secundária. Destaque para os trabalhos no âmbito da disciplina de Psicologia, nos quais foram levantadas questões muito sérias sobre a necessidade urgente de mais alterações para uma integração completa na cidade do cidadão com deficiência. As mentalidades, referiu Teresa Fonseca, são as barreiras mais difíceis de mudar, embora muito se tenha já conseguido desde o 25 de Abril.
Presentes no auditório, completamente cheio, estiveram alunos e professores do CNO e do ensino secundário, jornalistas e convidados. Enquanto lá estive, fiquei a pensar em alguns amigos meus com deficiência e no riquíssimo testemunho que teriam para apresentar, caso se tivesse proporcionado. Ficará para uma próxima.

5 comentários:

João disse...

Bom Dia Professor,
Como tem passado?

O título que optou para sua observação é, infelizmente, uma realidade na nossa pequena cidade. Com referiu, existem, tanto a nível de infraestruturas, como a nível de mentalidades, várias dificuldade para uma pessoa portadora de deficiência em Montemor. Apesar de alguns destes obstáculos terem sido parcialmente resolvidos, há ainda muito por fazer para que o título da sua observação mude para: Montemor é para todos.

Aproveito para lhe dar os parabéns e a todos os membros do Coral de São Domingos pelo novo CD.

Abraço,
João Prates

ZERO À ESQUERDA disse...

Temos de ter capacidade para mudar o que está mal. E tu e a malta da tua geração estão na altura certa para começar. Com a ajuda daqueles cotas que continuam em adolescente desassossego. Abraço, João, e obrigado pelas felicitações.

Leonel Craveiro disse...

Infelizmente o título dá-nos uma perspectiva bastante minimalista do problema, desculpem a minha ousadia, mas “PORTUGAL não é para todos”.

Aquele abraço.

vovó disse...

era bom que Portugal fosse de e para todos...

há que remar ( mesmo a favor da maré)!

beijocasssss

ZERO À ESQUERDA disse...

Ai, Portugal, Portugal!

Distraídos crónicos...

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