quarta-feira, 24 de junho de 2009

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Menores podem fazer teste de SIDA sem conhecimento dos pais!?

4 comentários:

adriano disse...

Desculpe? Não percebi!

Um abraço

Liebend disse...

Sinceramente, também não percebo. =s

ZERO À ESQUERDA disse...

Eu também pensei que não tinha percebido. Mas depois de ler isto...
"Os testes de despiste da sida já são feitos, em Portugal, a menores a partir dos 14 anos sem autorização dos pais. São realizados, desde 2000, nos centros de aconselhamento e detecção precoce da infecção VIH/sida (CAD), da Coordenação Nacional para a Infecção do VIH/sida e nas unidades fixas do Instituto Português da Juventude (IPJ). Além disso, também vários laboratórios de análises clínicas privados, contactados pelo DN, admitiam fazer testes de VIH a adolescentes sem requerem qualquer consentimento dos encarregados de educação.

A polémica surgiu depois de o DN ter divulgado o projecto Cuida-te, do Instituto Português da Juventude e do Alto-Comissariado para a Saúde, que, com cinco carrinhas, vai distribuir preservativos e realizar testes de sida aos adolescentes nas escolas, discotecas e festivais.

No entanto, a interpretação da lei não gera consenso entre a classe médica, que se divide entre os que consideram ser obrigatório a autorização dos pais e os que consideram que isso não é necessário, como o bastonário dos médicos. Mesmos os próprios juristas não têm opiniões consensuais.

Mas, segundo Paula Lobato Faria, jurista e professora da Escola Nacional de Saúde Pública, não há dúvidas: é proibido realizar testes a menores de 16 (ver texto ao lado). Ou seja, segundo esta especialista, aqueles organismos, ao realizarem testes sem autorização dos pais, estariam a agir fora da lei.

O coordenador nacional para a Infecção VIH/sida, Henrique Barros, refere ao DN que num serviço anónimo como é o dos CAD "não se pergunta o nome nem a idade". No entanto, sublinha que se "avalia a maturidade do pedido de análise ao VIH".

Nos gabinetes do IPJ, espalhados por todo o País, as análises também são feitas a pedido dos jovens e após aconselhamento médico.

No caso dos menores que vão aos centros, o responsável pela Coordenação Nacional para a Infecção VIH/Sida explica que 'o que o psicólogo faz é negociar com eles os motivos que os levam a pedir um teste de despiste'. 'O técnico tem de encontrar a melhor forma de proteger e defender o jovem', refere."
In http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1271143 (24/06/09

Leonel Craveiro disse...

Ups!!!???

Fui apanhado desprevenido!

Só estranho o facto destas notícias não terem o impacto doutras, muito menos importantes, nos nossos noticiários televisivos.

Se há coisas que me preocupam esta é uma delas, para mim, um leigo nestas matérias, os nossos governantes dão uma orientação totalmente descabida na orientação sexual da juventude, desculpem-me esta minha maneira “ignorante” de pensar, mas acho que sexo não é só sexo. Eu explico, diversão é nós andarmos de carrossel, jogarmos futebol, etc. Sexo não pode ser encarado como diversão e simples prazer, deverá sempre haver algo mais, uma ligação afectiva, uma relação muito forte entre o casal.
A distribuição gratuita de preservativos, como mensagem de segurança na actividade sexual, quase que se confunde com as campanhas rodoviárias para a sensibilização do uso do cinto de segurança numa viagem de automóvel.

Não seria mais certo encaminhar e elucidar a juventude a fomentar relações sólidas de relacionamento? Explicar os valores de família e vida conjugal?

Digo eu!

Distraídos crónicos...

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