terça-feira, 6 de abril de 2010

Depois quase igual a antes



Antes do 25 de Abril, os que não tinham dinheiro para ir à escola iam “aprender um ofício”. Quando a nova reforma dita não-fiscal for concretizada, muitos alunos deste país voltarão atrás no tempo. Mas com uma diferença: hoje não há ofícios para aprender.



9 comentários:

Anónimo disse...

E esta coisa da electricidade inteligente será só para os Doutores, suponho?!Não se arranja aí um oficio, ou assim?
SR

Anónimo disse...

Reparo agora que o 25 de Abril ainda não foi, pois claro, hoje ainda é 6. Quer isto dizer que o Sr. João até lá ainda pode sensurar, desculpe, aprovar os comentários?!
Eu sei, tu nunca disseste que eras um homem democrático.
beijos
SR

Cloreto de Sódio disse...

Cara S.R.: Depois de ter recebido comentários a incitar à violência e ao suicídio, outros que ainda menos tinham a ver com os assuntos publicados por mim, não tive outra alternativa. Mas a democracia em demasia não dá bons resultados. Portugal actual é a prova disso.

Anónimo disse...

Olá Maestro!

É bem verdade e arrepiante...
Abraço
Ana

Menino do Coro disse...

Peço desculpa, mas "democracia em demasia"!!! Não é, nem pode ser o caso. Há sim um desgoverno que permite e até "parece" fomentar a falta de autoridade, a falta de civismo, o derespeito pelos outros, a deseducação, e para isso temos de se encontrar uma solução o mais depressa possível.

Abraço
OS

Cloreto de Sódio disse...

Menino do Coro: sei que a solução para a actual situação do país não pode NUNCA passar pela ditadura. Mas, convenhamos que os homens não aprendem as lições que a História lhes dá. José Sócrates e os seus Governos (e, já antes, Durão Barroso)são os primeiros a não dar exemplo de civismo, educação e sobretudo, respeito por quem os elegeu e pelos que não se sentiram nessa obrigação. São estes exemplos que fazem com que a Democracia seja hoje mais um conceito do que uma prática efectiva. Se assim fosse, tudo o que o Menino do Coro enumerou não teria razão de existir. Mas concordo consigo: é preciso fazer qualquer coisa e depressa. Abraço.

Leonel Craveiro disse...

Para mim, que sou um zero à esquerda em questões de politica, suas bases e fundamentos, o grande problema das democracias modernas, grande parte conquistada com base nas revoluções, foi a sua tentativa de implementação, pois parece-me que nunca o foram em condições.
Passou-se do 8 para o 80, os resultados foram péssimos.
Tentaram passar a coisa para o 40 e acabámos por nos afundar no -80.
Parece confuso mas não é, basta constatar o actual estado deste pequeno país que já ninguém consegue fazer nada por ele.

Uns são pagos para não trabalhar e agradecem. Outros trabalham para sustentar os primeiros.
Alguns possuem mais terra que a área de alguns países espalhados pelo mundo e também são pagos para não produzir nela, ainda assim quando chove muito, pouco ou quase nada, lá recebem mais uns subsídios. Está frio ou calor, não tem problema, outro subsídio.
Imigração clandestina, não é problema, vão trabalhar nas obras, mão-de-obra mais barata, e enriquecem uns certos boys. Outros praticam uns assaltos a bancos, aquilo corre mal, são tratados com todo o requinte, pelo nosso serviço de saúde, sem listas de espera e ainda reclamam inocência.
A corrupção resolve-se com prémios salariais aos arguidos e contenção nos salários de quem trabalha.

Fico por aqui porque estou quase a ir à Praça de Giraldo à procura dum certo senhor que por ali andou ou ainda anda.

“Portugal na Maior”

Alfredo disse...

Vão aprender a roubar!
Se forem espertos ainda chegam a 1º ministro, ou a banqueiros!
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades!

Pisca Pisca disse...

Nunca esteva tão em moda.

É uma coisa inteligente e intermitente.

Para o Doutor e para ti também.

Costura rimará com censura?


Um ofício pra ti outra pra mim e a vida sorri!

Distraídos crónicos...

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