segunda-feira, 9 de julho de 2012

O estranho cada vez mais comum



Não é preciso ler os artigos do Pedro Strecht, do Nuno Lobo Antunes, do Eduardo Sá, tudo pessoal da psicologia e psiquiatria para perceber que há cada vez mais crianças que dividem a vida entre a casa da mãe e a casa do pai. Basta ser professor para entender que, de ano para ano, são situações que aumentam sem vir daí grande mal ao mundo. Também sei que nem sempre assim acontece, mas os miúdos perdem um ambiente de família tradicional, muitas vezes desequilibrado, e ganham, por vezes, dois bons ambientes, dois pais, duas mães e uma série de irmãos, o que não significa ser menos bom.
Nem sempre é fácil aceitar a situação, mas os primeiros a manifestar agrado ou desagrado, serão as crianças. Aí, há que ficar alerta e tratar do assunto. Os pais legítimos (e os “emprestados”) só terão de fazer o possível para os trazerem felizes. Não é preciso ler os artigos daqueles especialistas, mas são sempre úteis. Muito úteis.

5 comentários:

Anónimo disse...

Se assim o dizes melhor o praticas

Cloreto de Sódio disse...

Oxalá nunca o tenha de praticar. Mas não estou livre disso. E se tiver de ser... logo se verá. Obrigado, anónimo, pelo comentário.

Anónimo disse...

Recomendo vivamente a todos os pais que se encontram com problemas deste relevante tema.É triste serem os filhos, crianças a pagar a estupidez, desculpa o grosso termo, dos pais, que mutias das vezes se julgam suberbamente excelentes pais.

Isabel disse...

João Luís
Felizmente não passei por essa experiência como filha nem como mãe, mas já passei enquanto professora
e quase sempre é muito difícil para as crianças.Algumas sofrem imenso.Beijinhos
Isabel

Isabel disse...

João Luís
Felizmente não passei por essa experiência como filha nem como mãe, mas já passei enquanto professora
e quase sempre é muito difícil para as crianças.Algumas sofrem imenso.Beijinhos

Distraídos crónicos...

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