quarta-feira, 15 de julho de 2009

Férias em Montemor - parte II

Estamos esquecidos da grande escola de natação que foi o tanque da Quinta da Torre! Que ricas férias, pessoal! Que ricas férias! Aqui fica o testemunho, com perto de 30 anos, de um grupo de amigos, infelizmente já incompleto, mas que muito se divertiu na "olímpica" entre árvores frondosas! Quem mais gostaria de voltar atrás? Quem?

22 comentários:

Anónimo disse...

De facto,há pessoas que, desde tenra idade, demonstram a necessidade de se querer destacar.;) ass.:Ajudante de campo

ZERO À ESQUERDA disse...

Pois... mas não têm ganho nada com isso! ;)

Anónimo disse...

Também por lá andei há mais de 50 !!!
Não propriamente a nadar mas a boiar dentro de uma câmara de ar.
E os petiscos ?! Havia quem, logo à chegada, fosse matar uns pombos que depois comíamos ao lanche. E o velhote Carvalheira até era convidado... sem saber que era ele quem fornecia o petisco...
A única diferença é que ainda não era possível levar sereias !
M.

Anónimo disse...

Que foto linda estás por lá e a amiga dos fadinhos. Assim de repente não reconheci mais ninguem. É giro recordar.Bjs HR

Fatima disse...

Belos tempos que já não voltam.
Era muito mais saudével que as actuais piscinas.
Com tanta gente, nem dá gosto nenhum.
Continua a recordar velhos tempos para nos dares algum alento

vovó disse...

quadro lindo, encantador :)!

já conhecia a foto e também reconheci lá, uns guapos e umas guapas :)...

obrigada pela partilha!
beijocassssss

ZERO À ESQUERDA disse...

Pois é. É uma foto rara, que está agora disponível para esse pessoal espectacular que viria, no futuro, a cruzar-se e a descruzar-se, a chegar e a partir, mas sempre com este passado na memória.É uma foto também ela símbolo das amizades que se construiram na altura, dos amores e desamores, das primeiras passas nos cigarros, dos primeiros exageros etílicos, de piqueniques, pescarias, passeios, sessões de cinema no Curvo Semedo, das primeiras voltas de carro, das lancharadas no Almansor, dos cânticos na Missa das 11, na Matriz, com um Padre Simões quase sempre apressado e sem paciência para as novidades musicais do moderno padre Zezinho... Enfim. É uam foto com história. Não. Com História. Abraço.

ZERO À ESQUERDA disse...

M:
A tua sorte é o senhor já não ler estas confissões... Abraço.

ZERO À ESQUERDA disse...

Pois é, HR. Se olhares com atenção não conhecerás apenas o teu amigo e a amiga dos fadinhos. Há mais gente que tu conheces bem!!
Bjs.

angelica disse...

adorei a foto, belos tempos sem dúvida, é bom recordar, tenho pena mas nunca fui a quinta da torre a minha mãe não me deixava, com muita pena minha, bjs

ZERO À ESQUERDA disse...

Eu não quero mentir, mas às vezes algumas mães só sabiam do "passeio"... quando regressávamos! :)
Um abraço e obrigado pela visita.

samuel disse...

Lindo!
Primeiro, todas estas fotografias derretem sempre algum do gelo que se vai acumulando ao longo dos anos...
Segundo, mesmo só reconhecendo um e duas das jovens banhistas, dá para ver que já eram uma bela promessa das pessoas tão bonitas em que se tornaram.

Abreijos.

Anónimo disse...

Tenho cá uma a preto e branco com o grande Professor Rufino e a turma toda da primária. Ainda mais antiga...
Podíamos aproveitar e fazer a pescaria lá. Ainda existe?

ZERO À ESQUERDA disse...

Pois é, anónimo K., não sei como estão agora as condições de vereaneio daquele complexo. Dantes nadávamos lado a lado com rãs, girinos e outra fauna do género. (E ninguém adoecia.)

Anónimo disse...

Já bebi água do/no Almansor, nos intervalos dos apedrejamentos das cobras de água... E não foram pirolitos.
Onde há rãs há saúde.

MAR disse...

Também para a minha geração (nascidos nos finais dos 70, inícios dos 80)a Quinta da Torre serviu de piscinas e de cenário para grandes tardes de férias. Engraçado que parte do encanto baseava-se em pensarmos que tínhamos descoberto aquele local, mas afinal... A água já era tão verde que não se vislumbrava o fundo nem na parte mais baixa mas isso não nos impedia de nos estendermos em câmaras de ar ou de jogar polo aquático com regras estranhas. Pagávamos 100 escudos à senhora que morava um pouco mais abaixo mas a diversão valia mais que todo o nosso dinheiro.

ZERO À ESQUERDA disse...

O nosso grupo conseguia ir de borla. Provavelmente era o nosso charme (visível na foto) que ditava essa sorte. Lucky ones! Mas, como dizes, aquelas tardadas valiam muito mais do que qualquer taxa!
Abraço.

Anónimo disse...

Que saudades....mas continuamos belos e charmosas!!!!!beijos

ZERO À ESQUERDA disse...

Sem dúvida. Direi mesmo... mais belos e mais charmosas!
Bjs

kalikera disse...

Porra, eu estou gordo.

ZERO À ESQUERDA disse...

É aqui que o tal adágio (um bocado estúpido, por sinal)entra para nossa salvação: "Gordura é formosura". Ora toma, Kalikas.

zé disse...

saudades brutais.... primo
beijos e abarços

Distraídos crónicos...

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