sábado, 22 de outubro de 2011

A vida tem destas coisas...



AMADEUS: Tenho uma pena de não poder ir logo à tarde ao Concerto do Coral de São Domingos!!! Ainda por cima, com o João Macedo na guitarra clássica!! Não mereço uma coisa destas!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

sábado, 15 de outubro de 2011

A Oeste nada de novo… por enquanto!


Os portugueses têm a fama de encararem as situações críticas com muita calma, assim do tipo “a gente logo vê o que há-de fazer quando for altura”. Pois eu acho que esse laissez-faire laissez passer, com que nos querem caracterizar, não corresponde, de forma alguma, à verdade. Afonso Henriques foi a primeira prova disso mesmo, transformando-se, com mais ou menos lenda, no primeiro protagonista de uma viragem na História deste território onde hoje vivemos. Depois, ao longo da nossa História, houve outros que lideraram o povo quando este, em momentos de enorme sofrimento, em situações de profundo desrespeito pela sua integridade como pessoas e como nação, sentia que já não podia mais. Depois, houve Abril, a derradeira prova, que me lembre, de que, em situações extremas, há sempre uma solução para dar volta a questões complicadas.

Há uns tempos a esta parte, Portugal e a Grécia têm andado nas bocas do mundo pelos motivos financeiramente mais terríveis. Os gregos vão para as ruas e fazem aquilo que as televisões têm mostrado. Os portugueses, fazendo jus à sua fama (com a qual eu não concordo), ficam em casa, de pantufas, nas calmas, a ver onde param as modas. E por cima deles passaram, nesta última década, Guterres e Barroso, Santana Lopes, Sócrates e Passos Coelho, para não falar de dois inócuos presidentes da república que levaram os seus mandatos a fazer discursos com base no nhã-nhã-nhã, nhã-nhã-nhã, e tal e mánasêquê. E eles, nós, os portugueses, sem tugir nem mugir, chupados até ao tutano.

As estratégias governamentais para reduzir as despesas e para cumprir o combinado com os troikos estão a asfixiar a classe média e a estrangular definitivamente os grupos sociais com menos recursos. Os cortes constantes nos salários, o aumentos do IVA, o aumento de outros imposto só podem levar muitos portugueses à ruptura financeira. Neste grupo não estão, naturalmente, muitos governantes e ex-governantes (como está senhor Vara? Como vai senhor Pina Moura? E o senhor, como se encontra, senhor Dias Loureiro?) que olham o futuro pessoal sempre com muito optimismo.

A Oeste nada de novo. Por enquanto. Não sei o que poderá acontecer, quando quisermos pôr pão na mesa e os nossos governantes não nos permitirem esse gesto tão natural como necessário.

Eu digo que não sei… mas sei. E o meu caro e paciente leitor também sabe.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O bicho da madeira


Os madeirenses quiseram recompensar Alberto João Jardim pela obra feita e por ser o político-Calimero da Nação. Deram-lhe maioria absoluta, apesar das acusações de que o líder daquela Região Autónoma tem vindo, nos últimos tempos. a ser alvo, sobretudo em relação à má gestão dos dinheiros públicos. Jardim é uma personagem ultra-inteligente. Jardim quer a independência da Madeira nos dias pares e, nos ímpares, estende a mão ao Governo da República para apoios aos mais diversos níveis. Jardim gosta da comunicação social quando ela lhe é favorável e detesta os jornalistas que lhe fazem perguntas incómodas sobre a sua governação. Jardim é simpático com as pessoas que votam nele e o aplaudem nas inaugurações-relâmpago, e trata mal os que erguem cartazes contra ele. Jardim gasta dinheiro ao desbarato, diz que deve, faz-se de vítima dos “cubanos do continente” e diz que fez obra.

Quando, nos últimos dias de campanha, Jardim apareceu na televisão, tentando manter o habitual à-vontade, um certo ar de capataz, de quem manda em tudo e em todos, fiquei com a sensação de estar a ver um político nos derradeiros dias do seu consulado. Se o Império Romano implodiu, aquela pequena ilha está, indubitavelmente, sujeita ao mesmo. É a História que o diz.

Algum colunista, que não eu, virá ainda falar numa tal cadeira que se partiu no momento certo, vítima de um tal bicho da… madeira.



quarta-feira, 12 de outubro de 2011

domingo, 2 de outubro de 2011

"púcaros que nunca são velhos"




CERÂMICA DE MONTEMOR, “púcaros que nunca são velhos” - é o tema da exposição inaugurada no dia 1 de Outubro, no Centro Interpretativo do Castelo (Igreja de São Tiago), em Montemor-o-Novo.

Do texto de apresentação retirámos este excerto ilucidativo do interesse da iniciativa e também para aguçar o apetite dos interessados por estas temáticas ligadas à arqueologia local:

"É conhecida a presença de um oleiro, em 1387, habitante da vila intra-muros, podendo, no entanto, especular-se se possuiria a sua oficina no mesmo local da sua habitação ou não. No entanto, por norma, os mestres de olaria estabeleciam a sua actividade industrial junto das periferias dos centros urbanos devido à poluição que produziam durante o processo de cozedura das peças cerâmicas. Dessa forma, sabe-se que, durante o século XVI e posteriores, os oleiros estabeleciam as suas oficinas no arrabalde, mais especificamente na Rua dos Oleiros, actual Rua de Santo António, e na sua contígua - Rua do Pedrão.
Sabe-se que o barro era extraído de algumas zonas específicas, particularmente e de entre outras, da encosta da vila intra-muros (extracção essa que a Câmara viria a proibir em 1657, com direito a multa de 1.000 reis), assim como do Rossio.
A importância que Montemor-o-Novo adquiriu como centro de produção oleira viria a resultar numa classe oleira com um significativo poder económico dentro da localidade, manifestando-se na posse de propriedades rústicas e urbanas. Este poderio financeiro originaria verdadeiras “dinastias de oleiros” em Montemor que, como refere Jorge Fonseca, é exemplo a família Álvares e/ou Alves, com referências documentais que a ligam, através de cerca de duas centenas e meia de anos, ao ramo da olaria (....).


As peças em Exposição


Ao longo dos anos, em Montemor-o-Novo, as escavações arqueológicas desenvolvidas na antiga vila intra-muros, assim como fora do recinto amuralhado, mais precisamente no Convento de São João de Deus, têm vindo a revelar alguns exemplares desta antiga técnica oleira montemorense.

(...) Particularmente, o acervo aqui em exposição é todo pertencente a campanhas arqueológicas do Castelo de Montemor-o-Novo referentes aos anos de 2005, 2007 e 2009. A campanha mais profícua em cerâmica de produção local foi a de 2009, mais concretamente o espólio resultante de um silo cujos materiais se situavam cronologicamente entre o século XIV e XV. São daí resultantes, das peças em exposição, o jarro, e os dois cântaros pequenos identificados com os n.º de inventário: MNCAST [7/09] 0117; MNCAST [7/09] 0118; e MNCAST [7/09] 0119. (...)"

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Pudera!!!

Quando começou a crise na zona euro?
Lembram-se de um primeiro-ministro português chamado Durão Barroso? É agora presidente da Comissão Europeia.
Lembram-se de um governador do Banco de Portugal chamado Vítor Constâncio? É agora vice-presidente do Banco Europeu...
Já perceberam onde quero chegar ou é preciso fazer um desenho?
(Entretanto, estes dois devem estar à espera de um tal José Sócrates...)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Hã?



Se as direcções regionais de educação vão ser extintas, não percebo por que foram recentemente nomeados novos directores regionais pelo ministro Nuno Crato. Por que motivo não deixaram que fossem os anteriores a fechar a porta? Se é de uma Comissão Liquidatária que se trata, para quê tanta pompa e circunstância e perdas de tempo desnecessárias? Sais tu, entro eu e depois saio eu também?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Um aplauso para a ideia. Contudo...


As obras de beneficiação da Igreja da Senhora da Luz, ou Igreja do Hospital, como é conhecida, revelaram a legítima preocupação por parte da entidade promotora da obra em facilitar a acessibilidade ao espaço da igreja a todos os cidadãos portadores, ou não, de deficiência.

Era um facto que muita gente com dificuldade de locomoção, fosse por deficiência, fosse pelo peso da idade, não tinha possibilidade de assistir às cerimónias fúnebres de amigos e familiares. A rampa e a escada lateral recém-construídas vieram acabar com essa descriminação e SIM, ao contrário do que muitos saudáveis afirmam, era mesmo uma obra urgente e necessária. Os saudáveis de hoje podem ser os portadores de deficiência de amanhã.

No entanto, as boas intenções que, afinal, vêm tão simplesmente dar cumprimento ao que está legislado, poderiam ter sido concretizadas sem a parede de betão que, inesteticamente, vem obstruir parte da fachada frontal do monumento. Não teria sido uma opção mais estética a aplicação de uma estrutura em ferro, tal como existe ali ao virar da esquina, na entrada principal do Hospital de Santo André? Ou essa proposta foi colocada pelos responsáveis e rejeitada pelo IGESPAR, Instituto que gere essas questões? Se o foi não sei.

Claro que o acesso à igreja foi o principal e único objectivo da obra, e isso foi conseguido. Quanto ao resto…

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Quanto mais choras...

Olá! Que tal de férias? Boas com toda a certeza! Uns diazinhos na praia, longe da crise e dos problemas que ela nos vem criando. Que tenha aproveitado bem é o meu desejo, porque, como sabe, esses dias, essas horas maravilhosas não, repito, NÃO fazem parte do mundo real. E o caro leitor sabe do que falo. Os encargos que a maioria dos cidadãos assumiu há uns anos, quando tudo parecia fácil e certo, transformaram-se nos últimos meses num pesadelo do qual queremos acordar o mais depressa possível. Há que fazer cortes, há que evitar gastos supérfluos (quais, a uma hora destas?, perguntava-me ontem a minha fofa), há que pensar em prioridades. E pronto, é este o cenário que nos espera durante os próximos meses: milhares de famílias em tentativa de equilíbrio numa corda bamba que, há uns tempos, era uma longa marginal cheia de ar fresco e promessas de prestígio e bem-estar. Para quê estar agora aqui com demagogias, ah, e tal, foi o Sócrates e o Durão e o Guterres… Fomos todos. Aguentemos a chicotada com serenidade… até quando for possível. Depois, quando passarmos para a zona do impossível, não me apetecia nada ser português.
Mas eu só acredito que isto vai, quando e se os cortes se começarem a fazer EFECTIVAMENTE na máquina do Estado. Porque continua a haver dois países distintos. Disraeli, um arguto primeiro-ministro da Rainha Vitória de Inglaterra, escreveu um livro em 1845, chamado Sybil ou as Duas Nações. Os políticos deviam lê-lo. Salvo as devidas distâncias, iam encontrar lá alguns “ares” retirados chapadinhos do nosso querido Portugal.

domingo, 4 de setembro de 2011

Setembro é o mês dos três

João Miguel - 1994

Mãe

Joana e Pedro - 1998

Joana - 2011

Pedro - 2011

João Miguel - 2011

Há 21 anos, a 4 de Setembro de 1990, nasceu o João Miguel. A alegria e a atrapalhação de sermos pais pela primeira vez acabou por misturar-se de uma forma inexplicável.
Há 17 anos, viver sem o Pedro e sem a Joana era absolutamente normal. Depois do 1.º de Setembro de 1994, viver sem eles passou a ser maravilhosamente impossível. Ao "durão" mais sensível do Mundo e aos gémeos mais carismáticos do planeta temos oferecido e continuaremos a oferecer a nossa vida...

Para a Mulher que os concebeu, a minha vida não seria suficientemente longa para lhe agradecer este estado constante e paradoxal (e triplicado) de felicidade e angústia. Um beijo prolongado para os quatro.












quinta-feira, 28 de julho de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Ses snart!

(Foto: M. Roque - CMMN)

Vou ser alvo da sua terna fúria, porque ela não vai gostar de ser o centro deste breve apontamento. Venha a fúria… que eu hei-de sobreviver.
A minha amiga Vera Guita, que iniciou comigo e com outros amigos, o Coral de São Domingos, já lá vão quase 25 anos, vai rumar, em breve, até às terras frias do Norte da Europa. Decidiu trocar a sardinha assada pelo salmão fumado, a língua lusa por um linguajar estranho e complexo, e o amarelo forte do Sol alentejano pelo branco brio da neve. Pode trocar, temporariamente ou não, o que for preciso mas os amigos não. Os amigos não se trocam – aumentam-se e enfiam-se todos num saquinho vermelho chamado coração. E o dela tem o tamanho de mil Universos.

A Vera quer partir e nós, a família e os amigos, já assinámos a necessária autorização.
Porque o lugar dela é onde ela quiser.
A Vera tem talento, inteligência e humanidade para conquistar o Mundo.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Crónica de um espectador perturbado


Nos dias 16 e 17, numa casa situada na Travessa do Espírito Santo, em Montemor-o-Novo, cerca de quarenta pessoas entram no número 2 e esperam que alguma coisa aconteça. Seremos recebidos com um sorriso e um convite para um café? Nada disso. Somos obrigados a conviver, “a seco”, na pequena sala de entrada, com quem vai chegando, constantemente a sermos filmados, entrevistados e fotografados por dois dos “anfitriões” (Paulo Quedas e Carlos Olivença). Incómodo, no mínimo.
A um canto, numa minúscula televisão, passam peças sobre violência doméstica. Está assim lançada uma pista discreta que nos há-de conduzir ao cerne do exercício dramático do qual já estamos a fazer parte.
Uma mulher (Anabela Ferreira) circula por entre os recém-chegados, lançando, com alguma violência vocal, frases aparentemente enigmáticas construídas a partir de palavras escritas nas paredes e no tecto da pequena sala de entrada. Quando o desconforto chega a um nível quase insuportável, uma mulher (Vera Guita) surge, vinda de lugar desconhecido e convida (sem margem para recusa) oito dos visitantes a segui-la. (Muitos filmes de terror começam assim!). É o início de uma estranha viagem.

A Casa que, segundo algumas teorias (e um bom par de práticas literárias e cinematográficas), tem o dever de ser um lugar seguro onde nada de estranho pode acontecer, torna-se o espaço privilegiado onde o uncanny é representado sobretudo pelos tons de voz das três mulheres que, em três divisões diferentes, fazem desfilar diante de nós três histórias de solidão, de violência e desespero. Mulheres com vontade de mudança. Mulheres diferentes com um ponto em comum – a necessidade de partilhar as suas memórias dilacerantes.
Os solilóquios perturbadores na sala da salamandra (Vera Guita), na cozinha (Carla Pomares) e no quarto de passar a ferro (Rosa Souto Armas), tornam-se ainda mais perturbadores, não só pela interpretação mas pela maneira multifacetada com que as três mulheres usam a voz no decorrer dos monólogos, estando elas sempre demasiado perto de nós para que fiquemos à vontade. Nem quando saímos daquela Casa, a caminho da nossa casa, nos sentimos reconfortados. Porque há algo que não foi explicado. Porque há conflitos que não foram resolvidos. Nem na Casa nem em nós.
Pondo de parte a “técnica da fechadura” (típica das telenovelas), em que o espectador fica a par dos acontecimentos porque se limita a ser um voyeur das cenas sem que os actores o vejam, esta encenação atira-nos para o centro da acção, ficando o desconfortável espectador cara-a-cara (literalmente) com as actrizes e, isso ainda é mais fascinante, corpo-a-corpo com as suas dúvidas e ansiedades, com os seus medos e desejos. E o que é delas confunde-se constantemente com o que é nosso.

A concepção do espectáculo, colado como uma pele ao espaço da Casa, foi do actor Carlos Marques. As actrizes foram a Anabela Ferreira, a Vera Guita, a Carla Pomares e a Rosa Souto Armas. O Paulo Quedas e o Carlos Olivença registaram os momentos com as suas câmaras, numa brilhante alegoria aos reality-shows sofredores obrigatoriamente da síndrome do Big Brother lançada em 1948 por George Orwell em Nineteen Eighty Four, e que proliferam nas televisões de todo o mundo.
O tema contemporâneo da violência doméstica é narrado/representado dentro de uma Casa mas a sua operacionalização através dos conflitos psicológicos das solitárias e abandonadas personagens, torna-se, pela sua força, dinâmica e pelo seu carácter intimidatório em relação ao espectador, mais importante do que as próprias situações que os provocam. Nesta sequência de ideias, somos atirados em direcção ao dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, num cocktail de influências onde são bem-vindos Bertold Brecht e sobretudo Samuel Becket com a sua visão tragicómica sobre a natureza humana, marca possante do seu teatro do absurdo.

Pronto, já desabafei. Mas ainda não me sinto lá grande coisa.







… Por isso, não sei por que motivo as fofas desta terra continuam a insistir numas férias na praia, para uns dias de sossego. Sossego? Levantar cedo, ir ao pão e ao supermercado, fazer 30 sandes para a família e penduras; pegar nas toalhas, nos cremes, no almoço, nas cadeiras, no guarda-sol; enfiar tudo no carro e avançar em direcção ao areal onde, com muita sorte, podemos assentar arraiais em meio metro quadrado, ilha deserta rodeada de muita gente por todos os lados. Depois são os banhos de água e de sol, os gelados, as bolas de Berlim, bebés com birras incompreensíveis, crianças aos gritos, velhas a ressonar, jovens a jogar à bola por cima de toda a gente…

Quando, ao final da tarde, tudo parece mais calmo, convidando a uma permanência mais prolongada, eis que os teenagers querem voltar ao apartamento, por causa da night que se aproxima. E pronto: é o regresso, os duches, os cremes, as costas doridas, o jantar, a saída ao serão; depois, uns querem ir ao cinema, outros ao bar da praia, outros aos bares da zona vip…

Enfim. Tudo, estes e outros, motivos para ficarmos em Montemor, terra de Santos e de Heróis (e de muitos Tesos respeitáveis).



quinta-feira, 14 de julho de 2011

Morférias?



Ruas a transpirar História, largos com cafés e esplanadas, um Parque Urbano cheio de verde e de actividades culturais e desportivas; monumentos e uma livraria que já é referência para quem gosta de café com livros; um Verão com música, folclore, bailado e cinema; galerias com exposições de fotografia, de pintura e escultura; o complexo das piscinas, agora com novas normas de frequência; albufeiras para pescadores, esquiadores, remadores, campistas e outros veraneantes.

Isto ainda não é suficiente para passar as férias por cá? Deixe-me acrescentar restaurantes com excelente gastronomia e lugares onde pernoitar. E agora? Não acha que Montemor continua a ser um concelho que apetece? E em tempos de crise… o que é de Montemor ainda é melhor.


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Oh, mãe!




Deixo aqui um reparo, o primeiro de muitos com toda a certeza, ao primeiro-ministro que iniciou agora funções. Segundo Passos Coelho, não basta cumprir as normas acordadas com os senhores mandões que nos vão emprestar dinheiro. Devemos ir para além disso. Assim, num beija-mão enjoativo, toca a cortar no subsídio de Natal para mostrar à Troika como é que se enxofra em terra lusas. Faz lembrar a história do rapazinho que, ao estrear a bicicleta nova, grita para a mãe: “Mãe, olha! Sem mãos! Sem pés! Sem… dentes!” Se a malta da bela Troika se apercebe de como este senhor é habilidoso, ainda o convidam para fazer parte do grupo que passaria a… Kuarteto. Terão de comprar-lhe uma dentadura, claro. Pois o nosso novo primeiro lá anda todo entusiasmado com os cortes. Mas é um entusiasmo pouco coerente. Ainda não o ouvi falar nos cortes que deverão ser feitos às despesas do Estado. Ou vou eu e vai o meu caro leitor pagar os luxos e as regalias incompreensíveis dos políticos? Ou será, afinal e repetidamente, a velha história dos tais insectos voadores?

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Honra e Mérito para a Carlista!


O meu Amigo Augusto Mesquita deu, mais uma vez, provas do seu enorme espírito de investigador apaixonado pelas instituições da terra. O seu livro Sociedade Carlista, pedaços da sua história veio trazer algum alívio aos que, ao longo dos tempos, apelavam à escrita de uma obra deste tipo para que não se perdessem as memórias de uma das mais culturalmente desassossegadas colectividades do nosso concelho.

O seu lançamento, no dia 30 Junho, na Sessão Solene comemorativa dos 150 de vida daquela sociedade recreativa, foi, em paralelo com a atribuição da medalha de mérito cultural pela Câmara Municipal de Montemor, o reconhecimento merecido por tudo o que a Sociedade Antiga Filarmónica Montemorense tem oferecido à cidade e ao concelho.
Parabéns, Carlista. Parabéns, Augusto Mesquita. Parabéns, Montemor.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Ainda é cedo...


...mas a ciguêra, essa já é enorme. Aqui fica o primeiro aviso.

Distraídos crónicos...


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